Oi, eu sou Marcelo Alexander.
Sou aracajuano, publicitário e criativo. Moro no Rio de Janeiro e trabalho há 13 anos transformando ideias em conteúdo, experiências e projetos que conectam marcas, cultura e pessoas.
Minha história começou na fotografia e passou pela direção de arte. Depois veio o conteúdo. E, quando percebi, já estava criando experiências, produzindo eventos e festivais, pensando em como uma marca poderia sair da tela e ocupar o mundo.
Foi assim que fui construindo meu jeito de trabalhar: um pouco diretor de arte, um pouco estrategista, um pouco produtor, um pouco designer de experiências e muito curioso.
Ao longo dessa trajetória, passei por publicidade, entretenimento, branded content, eventos, música e cultura. Trabalhei com marcas, agências e empresas como Globo, Warner Bros. Discovery, Ogilvy, Nestlé, Jeep, Chandon, Instituto Coca-Cola, Fundação Lemann e tantas outras.
Hoje, minha atuação está principalmente na direção criativa e na estratégia de projetos de entretenimento, conteúdo, música e festivais. Na Globo, lidero os territórios de música, sertanejo e festivais, conectando estratégia, criação, conteúdo, experiências e ativações para grandes públicos.
Mas tem uma parte importante do meu trabalho que não aparece em um cargo. Eu gosto de entender o que está acontecendo antes de pensar no que vamos criar. Cultura, comportamento, dados, comunidades, tecnologia e inteligência artificial fazem parte desse processo. Uso tudo isso para encontrar oportunidades, construir narrativas e transformar informação em ideia.
Talvez por isso eu me defina como um profissional híbrido. Eu acredito que uma boa direção criativa nasce quando dados encontram cultura, tecnologia encontra comportamento e uma boa ideia encontra uma execução que faz as pessoas sentirem alguma coisa.
Fora do trabalho, sou um cara praieiro. Gosto de natureza, de estar perto do mar e, principalmente, de música. Consumo música como se fosse parte essencial da vida. Talvez seja por isso que entretenimento, cultura e experiências tenham se tornado um território tão natural para mim.
No fim, acho que é isso que eu faço: crio coisas para as pessoas sentirem, compartilharem e lembrarem.
Hi, I'm Marcelo Alexander.
I'm from Aracaju, an adman and a creative. I live in Rio de Janeiro and I've spent 13 years turning ideas into content, experiences and projects that connect brands, culture and people.
My story started in photography and went through art direction. Then came content. Before I knew it I was creating experiences, producing events and festivals, thinking about how a brand could step off the screen and occupy the world.
That's how I built my way of working: part art director, part strategist, part producer, part experience designer — and very curious.
Along the way I've worked across advertising, entertainment, branded content, events, music and culture, with brands, agencies and companies like Globo, Warner Bros. Discovery, Ogilvy, Nestlé, Jeep, Chandon, Instituto Coca-Cola and Fundação Lemann.
Today my work is mostly creative direction and strategy for entertainment, content, music and festival projects. At Globo I lead the music, sertanejo and festival territories, connecting strategy, creation, content, experiences and activations for massive audiences.
But there's an important part of my work that doesn't fit in a job title. I like to understand what's happening before thinking about what we'll create. Culture, behaviour, data, communities, technology and AI are part of that process.
Maybe that's why I call myself a hybrid. I believe good creative direction is born when data meets culture, technology meets behaviour, and a good idea meets an execution that makes people feel something.
Outside work I'm a beach person. I like nature, being near the sea and, above all, music. I consume music as an essential part of life.
In the end, that's what I do: I make things for people to feel, share and remember.



































































